Considero de suprema importância que o Sporting (e os sportinguistas) compreendam a importância da Academia no presente e, sobretudo, no futuro do clube.
É verdade que, num momento de invulgar necessidade, tivemos a felicidade de ter nos B's meia dúzia de miúdos de invulgar capacidade (por muito boa que seja a Academia, isso nem sempre vai suceder). Mas nenhuma equipa que queira ser competitiva pode evoluir baseada nesta premissa. O plantel tem que ser construído numa base conservadora, com o menor número possível de oscilações.
Ou seja, cada defeso deveria significar três ou quatro mexidas (entre a promoção de jovens da Academia e reforço de posições carenciadas). Ora, isso praticamente nunca sucedeu no Sporting. E reside aqui a matriz que explica uma parte da falta de resultados.
É frustrante que, 19 dias depois do início dos trabalhos se façam ouvir os velhos do Restelo quando ainda nem sequer se deu a possibilidade do treinador trabalhar o seu grupo. Eu entendo que os nossos adversários nos queiram menorizar.
Já tenho dificuldade em entender supostos sportinguistas praticarem esta premissa de terra queimada.
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